quarta-feira, 15 de junho de 2011

Eu não diria melhor

O Mr. Steed é o Luis Freitas Lobo do cinema.

Ó para ele a analisar de forma equilibrada e lúcida o The Tree of Life, que também eu já aqui tinha referido.

Vale a pena ler.

E subscrevo, claro.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O sorriso mais deslumbrante da actualidade




Vai direitinho para a January Jones. Depois de Mad Men, X-Men: First Class e Unknown, é o meu veredicto.

domingo, 12 de junho de 2011

O meu novo par de armas #2



(Nike 5 Gato)

sábado, 11 de junho de 2011

Quaresma em Alvalade?




Alea jacta est, como diria o outro.

O Sporting está interessado no Quaresma, diz A Bola.

O Quaresma está interessado em regressar a Lisboa e até baixar o salário de forma a enquadrar-se no espectro salarial do Sporting.

O Besiktas em princípio não terá problemas em libertar o jogador por cinco milhões mais Pongolle (há muito com a cabeça fora de Alvalade) e Vukcevic (que nunca pegou de estaca).

Vendo a coisa assim, parece que não existe qualquer entrave em Quaresma poder mesmo vir a jogar de leão ao peito em 2011/2012.

A não ser, claro, que quer Pongolle quer Vukcevic não cheguem a acordo com o Besiktas.

Mas sinceramente, para os três jogadores, as vias apresentadas parecem-me as melhores.

De todo o modo, dá-me ideia que no final desta bonita história Quaresma acabe por não regressar a Portugal. O que é pena, pois é jogadores destes que faz as gentes ir ao estádio.

Quaresma encaixaria também muito bem no esquema de Domingos, caso seja para manter o seu 4x2x3x1.

O Sporting já joga há demasiado tempo sem extremos.

Actualizado

Et voilà: por volta das 17h o Sporting emitiu um comunicado desmentindo categoricamente as notícias que dão conta da possibilidade do regresso de Ricardo Quaresma a Alvalade devido ao facto de ser incompatível o nível salarial atingido pelo atleta.

Terá sido o ponto final nesta cândida história?

Veremos.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Bem servido




Pois que paguei para ver um filme, visualizei-o e no final fiquei de barriga cheia, completamente satisfeito. Nem sempre é fácil acontecer.

Não foi a melhor refeição do mundo mas soube bastante bem.

Não sou fã de X-Men. Nem tão-pouco sabia se o Magneto mandava bolas de fogo do rabo ou raios laser dos olhos. Ou quem era a Raven ou o Beast. Conhecia o Xavier, vá, e pouco mais.

Dito isto, não é por acaso que este X-Men: First Class (X-Men: O Início em português, uma tradução inteligente) me agradou e suscitou o interesse.

Passo a explicar: não tive grande interesse em ver o primeiro X-Men quando saiu e continuo a não ter muito.

Perdi um bocado a paciência de ver filmes somente baseados em efeitos especiais, na pancada e na luta do bem contra o mal e no fim o resultado é sempre o mesmo. Nunca esquecendo claro uma qualquer miúda jeitosa lá no meio para animar a película e tal. É por isso que estou sem vontade de ver o Transformers que aí vem até porque o primeiro achei uma nódoa e símbolo máximo do espécime de filmes supra referidos.

A história, essa, cai quase sempre para segundo plano ou é simplesmente inexistente.

Por isso, não é por acaso que gostei do Batman Begins e os outros Batman ou não tenho curiosidade em ver ou simplesmente não lhes ligo.

E não foi por acaso que gostei deste X-Men: First Class.

É que para variar, e como ambos se baseiam nos tempos antes ou no início das aventuras dos respectivos heróis, há a necessidade de contar uma história (e nem precisa de ser uma excelente história, basta que exista o caneco de uma minimamente decente). E é bom que assim seja ou então estes filmes nem tinham razão de ser em primeiro lugar.

Deram-me esse rebuçado no filme e por isso dou-lhe nota mais.

Tenho que referir aqui o Michael Fassbender (300, Inglourious Basterds) pois este homem, sim senhor, tem qualquer coisa nele que me agrada (e não é de cariz sexual, a sério). Não sei se é o seu poliglotismo (desta feita até espanhol falou e bem) se o que é. Mas gosto deste gajo, pronto pá! Tem carisma e encarna os personagens muito bem. Tem uma cena neste filme num bar que só me fez lembrar a também excelente cena dele no Inglourious Basterds, também num bar.

Mais detalhes, não conto. O melhor mesmo é ir ver o filme.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Até sempre, Fenómeno!


A despedida, mesmo.


Sou Ronaldo
Muito prazer em conhecer
Eu sou Fenômeno
Ronaldo Nazário dos campos

E quero muito agradecer a Deus
Por ter me escolhido no meio de tantos
Igual a todo brasileiro, eu sou guerreiro
Às vezes caio, mas eu me levanto, mas eu me levanto


terça-feira, 7 de junho de 2011

Um ano e dois meses depois




Não se pode dizer que não duraram bastante, sendo que os usei constantemente à excepção de uma ou outra vez em que intercalei com uns da kipsta.

R.I.P.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Portugal tingido de laranja




Sobre estas últimas legislativas apraz-me registar a confirmação da subida do PNR, um sinal que pessoalmente considero preocupante, que já aqui tinha referido.

Desta feita chegou às três décimas com mais de 17 mil votos.

O MRPP é o primeiro partido dos pequeninos e surpresa das surpesas, o Partido pelos Animais e pela Natureza (e não dos e da - eles não gostam e bem) ficou logo atrás do MRPP com mais de um por cento dos votos, significando mais de 57 mil votos neste partido que viu a luz do dia em Janeiro deste ano.

Está o PAN de parabéns, na pessoa do seu Presidente, Paulo Borges, que tão bem falou quando teve tempo de antena há uns tempos na RTP, por alcançar um resultado absolutamente fantástico e que superou todas e quaisquer expectativas.

O voto em branco chegou quase aos três por cento, o que significa que se fosse um partido quase podia ter eleito um deputado.

Sobre o Bloco de Esquerda, o maior derrotado destas eleições a par com o Partido Socialista, fica a nota negativa pelo facto de Francisco Louçã não se ter demitido passando assim o ónus da sua liderança para os militantes do seu partido. Portas fê-lo há uns anos, regressou pouco tempo depois e veja-se agora o que conquistou.

No Bloco há gente indignada, como ouvi ontem no Eixo do Mal Daniel Oliveira, militante e antigo dirigente do BE, por Louçã não se ter demitido. Afinal de contas, perderam metade dos deputados.

Eu até acho que o BE é um pouco como o CDS: sem os seus respectivos e actuais líderes ficam, julgo, a perder. Mas como referi, não custava nada Louçã ter-se demitido e depois, quem sabe, voltar em força depois de submetido a sufrágio junto dos militantes do seu partido.

Quanto ao resto, foi importante ter-se alcançado este governo de maioria. À falta de melhor, que se tenha o mínimo dos mínimos: uma estabilidade política e institucional e que não haja quaisquer desculpas para se poder governar com serenidade e de acordo com os princípios que os partidos que formarão governo preconizam.

Desejo sorte ao próximo governo e, sobretudo, a Portugal.

sábado, 4 de junho de 2011

Novo single dos Coldplay

sexta-feira, 3 de junho de 2011

ALAntunes


Muito, muito obrigado à C.

Em honra aos arrepios de outrem

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O bisneto de O'Sensei

terça-feira, 31 de maio de 2011

Ainda há gente séria na política

Aqui.

Não tendo eu sequer qualquer afinidade particular com o PCTP/MRPP, antes pelo contrário, se é que é preciso fazer esta ressalva.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Vida, Mundo, Universo. Quê?




Para que é que isto serve?

O que raio estamos cá a fazer?

Ok: nascemos, crescemos, aprendemos, vivemos, tiramos um curso (ou não tiramos um curso), choramos, rimos.

Temos alegrias e temos infelicidades. Sim, 'tá bem, mas e depois? So what? Isso serve para alguma coisa em especial?

Note-se: a minha dúvida existencial é somente racionalista. Claro que adoro rir. Claro que odeio sentir-me infeliz. Mas isso não é agora chamado para o caso. Não é disso que isto se trata, de todo. A minha questão é mais a montante (ou a jusante, como preferirem).

Namoramos. Pelo meio casamos até e empregamo-nos. Temos filhos. Divorciamo-nos (ou não). Dou pulos (ou não). Corro, transpiro, exercito-me. Não corro, não pulo, sou sedentário. Ok.

Mas isto serve para alguma coisa em especial, a nossa existência ou presença neste mundo (e isso se não quisermos perguntarmo-nos para que raio serve o «mundo» ou lá o que isso seja)?

Casei ou divorcei-me; um belo dia tenho 50 ou 60 anos de idade. Vinte anos depois morro de uma coisa qualquer. O mesmo aconteceu com os meus antecessores e o mesmo acontecerá com os meus sucessores até um belo dia a nossa raça ser completamente extinta (sim, porque nós só vivemos no planeta Terra sensivelmente há um dia, à escala universal, o que não deixa de ser caricato no meio desta conversa toda).

Nasci, vivi e morri. E para quê? Para que fim? Ahhh porque foste feliz e tiveste muitos filhotes. 'Tá bem amigo, mas para quê? Isso serve para quê, afinal? O que é que isso fornece ao «universo», à «vida» ou ao «mundo», hum? Qual é o objectivo?

Para que é que a minha vida, a roçar a insignificância, serve? Pergunto eu, honestamente.

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Fui ver o The Tree of Life. Gente houve que a meio deixou a sala de cinema, só for the record. Também não achei que fosse caso para tanto.

O filme é muito bem feito, tecnicamente, mas de difícil ingestão, não há qualquer dúvida.

Fui ler algumas reviews do imdb. Ah e tal este filme faz-nos pensar sobre a vida. Ah, sim? Ah o objectivo é para que nos questionemos sobre as nossas origens; como é que chegámos aqui? E porquê? Ok, amigo. Mas a sério, estás a pensar nisso agora, pela primeira vez na tua vida, por causa deste filme? Bolas, amigo.

Fui para o filme preparado para ver algo mais lento e sóbrio - sabia que assim seria. O que não estava nada preparado era para sair da sala de cinema sem o filme me pôr a pensar rigorosamente nada sobre a «vida». Penso sobre a «vida» muitas vezes. A reflexão lá acima é só uma de entre várias que às vezes me vêm à cabeça, já discutida (quase sempre em jeito de brincadeira, que remédio) com amigos.

Penso que o filme não ofereceu uma reflexão sequer perto disto e foi por isso uma desilusão desse ponto de vista.

Nota mais para Brad Pitt e Jessica Chastain que estiveram soberbos.

Se calhar a vida vale por isto... para poder presenciar o que de bom tem. Ah mas também levas com o que de mau tem, pois claro que levas. Dessa não te escapas, amigo.

(e isso serve para quê, mesmo?)

domingo, 29 de maio de 2011

What if...

Disse Morihei Ueshiba #3



Assim que te preocupas com o «bom» ou o «mau» dos teus companheiros, crias uma abertura no teu coração para que a malícia entre. Testar, competir com, e criticar outros enfraquecem-te e derrotam-te.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Esgravatando o meu baú


Andava no outro dia a esgravatar o meu baú, leia-se um dossiê onde guardo alguns documentos antigos relativos ao aikido, e relembrei os já esquecidos Boletins da Federação Portuguesa de Aikido (FPA).

O Boletim da FPA foi sempre gratuito e numa primeira fase chamava-se «Boletim trimestral da Federação Portuguesa de Aikido», até ao nº. 4. Depois talvez por não se conseguir lançar o Boletim com a periodicidade desejada, a partir do nº. 5 já só se chamava «Boletim da Federação Portuguesa de Aikido».

Todos os Boletins consistem em três folhas (seis páginas), com uma no meio sempre solta.

Só tenho em minha posse do nº. 2 ao nº. 6 (do dois ao quatro tenho até repetido). Não tenho é o primeiro fascículo, infelizmente. E sem certeza, penso que o Boletim da FPA morreu no nº. 6. Talvez uma morte já anunciada uma vez que o nº. 5 data de Junho de 2000 e o nº. 6, mais de dois anos depois, data de Novembro de 2002.

Irei contactar a FPA no sentido de saber se ainda possuem em arquivo o boletim nº. 1 e se existe mais algum depois do nº. 6. Caso a resposta seja negativa, se alguém me quiser disponibilizar ou vender o boletim nº. 1 eu comprá-lo-ei.

Gostaria de prestar um serviço mais completo e disponibilizar todos os Boletins que tenho na íntegra mas o facto de não ter scanner impossibilitou-me tal serviço. Vai assim, com o telemóvel e de forma incompleta.

Como é visível, todos estes Boletins tinham o símbolo e designação antigos - Federação Portuguesa de Aikido-Aikikai. A designação entretanto mudou e o símbolo actual é o do início deste post e tem «FPA» no lugar de «Aikikai».

O Boletim nº. 2 corresponde a Outubro-Dezembro de 1998 e tinha em capa o anúncio de «um grande estágio internacional» com a recepção, de novo, do Mestre Tamura, em Lamego.

O editorial deste número não foi assinado e o grosso é visível na imagem, consistindo no anúncio dos novos orgãos da FPA eleitos em Outubro de 1998 assim como os objectivos dessa direcção.


Clicar nas imagens para ver em formato maior
Capa do Nº. 2 do Boletim trimestral da FPA - Outubro-Dezembro 1998

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Ensinamento de Musashi #2




In fighting and in everyday life you should be determined though calm. Meet the situation without tenseness yet not recklessly, your spirit settled yet unbiased. An elevated spirit is weak and a low spirit is weak. Do not let the enemy see your spirit.


Miyamoto Musashi

terça-feira, 24 de maio de 2011

Confirmo

Isto.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O meu onze 2010/2011




O Hélton fez uma boa época mas teve à sua frente 10 jogadores muito competentes durante todo o campeonato. Mandou um frango frente ao Villarreal que se fosse o Roberto teria sido crucificado no dia a seguir. Por isso, só posso escolher o Rui Patrício devido ao seu excelente desempenho numa equipa que nunca soube, depois de mais de 30 jogos, qual era a sua dupla de centrais.

Fábio Coentrão é para mim um dos melhores laterais esquerdos do mundo. Talvez o Bale e Marcelo estejam um nível acima mas, ainda assim... É verdade que o Álvaro Pereira é um lateral de excelência mas a sua regularidade não foi a cem por cento.

Não sou fã destes centrais mas julgo que Rolando confirmou de alguma forma a sua qualidade e Luisão penso que fez das melhores épocas que já vi. E por não haver mais ninguém (gosto muito do Otamendi mas faltou-lhe mais constância), só podem ser estes.

João Pereira com a titularidade na selecção ganhou, talvez, um outro estatuto. Eu até gosto do Sílvio e do Sapunaru mas o primeiro jogou muitas vezes à esquerda e o segundo tem um estilo de futebol baseado mais no pau que não me agrada. Nota para o Maxi que fez uma grande época também.

Quem anda nos meandros do futebol baba-se com o «pêndulo» Fernando mas eu até hoje ainda não consegui ver o que tem o Fernando de especial. Naquela equipa e com a rotina que aqueles jogadores têm, qualquer jogador minimamente numa boa condição física e com qualidade de passe e roubo de bola conseguiria cumprir muito bem aquela posição, acho eu. Por não gostar do Fernando acho que Vandinho foi o melhor trinco da época 2010/2011.

João Moutinho, para mim o verdadeiro pêndulo do FC Porto, é um número 8 de qualidade indiscutível. Sendo que pode fazer qualquer posição no meio-campo, acho que é a «8» em funções «box-to-box» que este homem é melhor aproveitado e até porque ele não se importa de se sacrificar em prol da equipa. Por isso, não há outro homem para meter aqui.

Belluschi ficou na sombra de Guarín a partir da segunda metade do campeonato mas foi para mim, sem qualquer tipo de dúvida, o melhor «10» do campeonato e importantíssimo no sucesso do FC Porto deste ano.

Salvio à direita começou mal mas quando Jesus o transformou para melhor ficou um jogador perigosíssimo e desequilibrador naquela ala. Tenho pena de não meter o Alan numa destas alas mas Hulk, por razões óbvias, tem de estar neste «11» ideal apesar de não ser seu particular fã.

Falcao é um dos melhores pontas-de-lança do mundo e do melhor que já vi de cabeça. Igual só Mário Jardel.