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domingo, 9 de outubro de 2011

Um novo talento emerge



E não sou eu que o digo, é o Crazy, Stupid, Love. e o The Help que o dizem.

Chama-se Emma Stone.

Cuidado com ela!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

sábado, 24 de setembro de 2011

O porquê do cinema ser a «sétima arte»




Gil: 500 francs for a Matisse? That seems fair! So, can I get 6 or 7?


Midnight in Paris.

sábado, 10 de setembro de 2011

Eu não sei mas ouvi dizer

Que vinha aí o Kill Bill: Vol. 3 em 2014.



Hell yeah!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

In Bruges




Que agradável surpresa este In Bruges.

Soberbamente bem escrito e igualmente bem interpretado. Assim até dá gosto.

O mais grave é que nem conhecia o filme.

A título de curiosidade entram três actores Harry Potterianos: Ralph Fiennes (Lord Voldemort), Brendan Gleeson (Alastor 'Mad-Eye' Moody) e Clémence Poésy (Fleur Delacour).

Mas esta curiosidade à parte há que dizer que Brendan Gleeson faz um papel e peras. Uma delícia. O piorzinho ainda foi o «cabeça de cartaz» Colin Farrell, mas mesmo ele, esteve bem.

Grandes diálogos, numa excelente mistela entre humor e acção metendo muito dito «thriller» a um canto. Um «must see».




(Bruges, 2009)

Até para a semana, Bruges (é na Bélgica!), se «Deus quiser!».

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Harry Potter - o fim ou o início?




Declaração de interesses: não li os livros nem me considero um fã de Harry Potter. Há dez anos atrás li O Hobbit - obra literária superior ao Harry Potter, considero - em vez de continuar uma leitura desinteressada do primeiro livro do jovem feiticeiro.

Dito isto, há a dizer que o Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2 é o melhor dos oito filmes da série (não é difícil assim acontecer se compararmos, por exemplo, com o primeiro filme; isto é, são incomparáveis). De facto o único filme do franchise capaz de rivalizar com este só o... Parte 1.

O filme termina num ponto em que tudo está mais maduro. Os actores, a fotografia, o desenrolar da acção, os diálogos, a narrativa, tudo.

Vi o filme obviamente numa sala quase a abarrotar e os aplausos no início do filme, no fim ou outras participações da plateia a meio do filme, sinceramente, até tiveram a sua graça.

Não há volta a dar. A saga Harry Potter contagiou gerações com os seus livros e filmes. Adultos e crianças.

Em vários pontos do globo gentes mascararam-se na (ante)estreia do filme e fizeram filas enormes para assistir à obra, tal qual sempre aconteceu com o Star Wars, por exemplo.

Aliás, pela primeira vez em quase 35 anos depois da estreia do primeiro filme Star Wars vislumbro uma obra capaz de sobreviver ao longo dos anos da forma como o Star Wars tem feito e continuará a fazer.

O Star Wars é um mundo inacabado e quase infinito, graças ao chamado Expanded Universe, e já gerou (só em merchandising) receitas na ordem dos 40 mil milhões de dólares (cerca de 30 mil milhões de euros), fora os filmes. E nem tenho a certeza se este valor engloba todo o material relativo ao Expanded Universe.

Deste ponto de vista como o Star Wars simplesmente não há igual. Nem o Senhor dos Anéis (por outras razões) alcançará este status global. Já o Harry Potter, se porventura começarem a aparecer novas iniciativas, sobretudo mais obras literárias, seria possível o mundo Harry Potter alcançar algo semelhante ao que o Star Wars, quase inexplicavelmente, conquistou.

Claro que isto precisaria, julgo, do aval da J.K. Rowling. Parece que abastada já ela é. Não sei se quer ser mais.

Concluindo: como o Star Wars não há igual (não vejo tão cedo como poderá haver algo igual) mas o Harry Potter, poderia, eventualmente, fazer uma graçola do género ao longo dos anos.

Sendo certo que por vicissitude do seu universo dificilmente teria matéria-prima como a obra de George Lucas tem. É que a obra de George Lucas toma lugar numa galáxia, com centenas de planetas, dezenas de raças e meia dúzia de eras. Se se quiser, seria possível criar uma «Hogwarts» em cada um desses planetas. O Harry Potter toma lugar só no planeta Terra. Mas enfim, não é por aí que o gato vai às filhoses.

Fica o meu comentário.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Segundo trailer de Tintim já saiu



Faz-me um bocadinho de confusão ouvi-los em inglês, mas nada de grave.

Parece que vai dar um bom filme. Vamos lá ver.

Fingers crossed.

Relembro que o melhor e mais completo blogue sobre Tintim em português é o Tintim por Tintim caso queiram estar sempre em cima do acontecimento.

domingo, 10 de julho de 2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

O que eu mais gostei no Transformers 3

Foi sem qualquer tipo de dúvida o Mercedes-Benz SLS AMG.



Aqui não é o Mercedes SLS AMG mas não deixa de ser um carro bonito também.


E aqui lamentavelmente a actriz (?) Rosie Huntington-Whiteley mete-se à frente do Mercedes SLS AMG não permitindo visualizar o automóvel em condições. Enfim.

sábado, 2 de julho de 2011

Belo filme, belo som pá

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Eu não diria melhor

O Mr. Steed é o Luis Freitas Lobo do cinema.

Ó para ele a analisar de forma equilibrada e lúcida o The Tree of Life, que também eu já aqui tinha referido.

Vale a pena ler.

E subscrevo, claro.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O sorriso mais deslumbrante da actualidade




Vai direitinho para a January Jones. Depois de Mad Men, X-Men: First Class e Unknown, é o meu veredicto.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Bem servido




Pois que paguei para ver um filme, visualizei-o e no final fiquei de barriga cheia, completamente satisfeito. Nem sempre é fácil acontecer.

Não foi a melhor refeição do mundo mas soube bastante bem.

Não sou fã de X-Men. Nem tão-pouco sabia se o Magneto mandava bolas de fogo do rabo ou raios laser dos olhos. Ou quem era a Raven ou o Beast. Conhecia o Xavier, vá, e pouco mais.

Dito isto, não é por acaso que este X-Men: First Class (X-Men: O Início em português, uma tradução inteligente) me agradou e suscitou o interesse.

Passo a explicar: não tive grande interesse em ver o primeiro X-Men quando saiu e continuo a não ter muito.

Perdi um bocado a paciência de ver filmes somente baseados em efeitos especiais, na pancada e na luta do bem contra o mal e no fim o resultado é sempre o mesmo. Nunca esquecendo claro uma qualquer miúda jeitosa lá no meio para animar a película e tal. É por isso que estou sem vontade de ver o Transformers que aí vem até porque o primeiro achei uma nódoa e símbolo máximo do espécime de filmes supra referidos.

A história, essa, cai quase sempre para segundo plano ou é simplesmente inexistente.

Por isso, não é por acaso que gostei do Batman Begins e os outros Batman ou não tenho curiosidade em ver ou simplesmente não lhes ligo.

E não foi por acaso que gostei deste X-Men: First Class.

É que para variar, e como ambos se baseiam nos tempos antes ou no início das aventuras dos respectivos heróis, há a necessidade de contar uma história (e nem precisa de ser uma excelente história, basta que exista o caneco de uma minimamente decente). E é bom que assim seja ou então estes filmes nem tinham razão de ser em primeiro lugar.

Deram-me esse rebuçado no filme e por isso dou-lhe nota mais.

Tenho que referir aqui o Michael Fassbender (300, Inglourious Basterds) pois este homem, sim senhor, tem qualquer coisa nele que me agrada (e não é de cariz sexual, a sério). Não sei se é o seu poliglotismo (desta feita até espanhol falou e bem) se o que é. Mas gosto deste gajo, pronto pá! Tem carisma e encarna os personagens muito bem. Tem uma cena neste filme num bar que só me fez lembrar a também excelente cena dele no Inglourious Basterds, também num bar.

Mais detalhes, não conto. O melhor mesmo é ir ver o filme.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Vida, Mundo, Universo. Quê?




Para que é que isto serve?

O que raio estamos cá a fazer?

Ok: nascemos, crescemos, aprendemos, vivemos, tiramos um curso (ou não tiramos um curso), choramos, rimos.

Temos alegrias e temos infelicidades. Sim, 'tá bem, mas e depois? So what? Isso serve para alguma coisa em especial?

Note-se: a minha dúvida existencial é somente racionalista. Claro que adoro rir. Claro que odeio sentir-me infeliz. Mas isso não é agora chamado para o caso. Não é disso que isto se trata, de todo. A minha questão é mais a montante (ou a jusante, como preferirem).

Namoramos. Pelo meio casamos até e empregamo-nos. Temos filhos. Divorciamo-nos (ou não). Dou pulos (ou não). Corro, transpiro, exercito-me. Não corro, não pulo, sou sedentário. Ok.

Mas isto serve para alguma coisa em especial, a nossa existência ou presença neste mundo (e isso se não quisermos perguntarmo-nos para que raio serve o «mundo» ou lá o que isso seja)?

Casei ou divorcei-me; um belo dia tenho 50 ou 60 anos de idade. Vinte anos depois morro de uma coisa qualquer. O mesmo aconteceu com os meus antecessores e o mesmo acontecerá com os meus sucessores até um belo dia a nossa raça ser completamente extinta (sim, porque nós só vivemos no planeta Terra sensivelmente há um dia, à escala universal, o que não deixa de ser caricato no meio desta conversa toda).

Nasci, vivi e morri. E para quê? Para que fim? Ahhh porque foste feliz e tiveste muitos filhotes. 'Tá bem amigo, mas para quê? Isso serve para quê, afinal? O que é que isso fornece ao «universo», à «vida» ou ao «mundo», hum? Qual é o objectivo?

Para que é que a minha vida, a roçar a insignificância, serve? Pergunto eu, honestamente.

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Fui ver o The Tree of Life. Gente houve que a meio deixou a sala de cinema, só for the record. Também não achei que fosse caso para tanto.

O filme é muito bem feito, tecnicamente, mas de difícil ingestão, não há qualquer dúvida.

Fui ler algumas reviews do imdb. Ah e tal este filme faz-nos pensar sobre a vida. Ah, sim? Ah o objectivo é para que nos questionemos sobre as nossas origens; como é que chegámos aqui? E porquê? Ok, amigo. Mas a sério, estás a pensar nisso agora, pela primeira vez na tua vida, por causa deste filme? Bolas, amigo.

Fui para o filme preparado para ver algo mais lento e sóbrio - sabia que assim seria. O que não estava nada preparado era para sair da sala de cinema sem o filme me pôr a pensar rigorosamente nada sobre a «vida». Penso sobre a «vida» muitas vezes. A reflexão lá acima é só uma de entre várias que às vezes me vêm à cabeça, já discutida (quase sempre em jeito de brincadeira, que remédio) com amigos.

Penso que o filme não ofereceu uma reflexão sequer perto disto e foi por isso uma desilusão desse ponto de vista.

Nota mais para Brad Pitt e Jessica Chastain que estiveram soberbos.

Se calhar a vida vale por isto... para poder presenciar o que de bom tem. Ah mas também levas com o que de mau tem, pois claro que levas. Dessa não te escapas, amigo.

(e isso serve para quê, mesmo?)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Confirmo

Isto.

domingo, 22 de maio de 2011

Flop das Caraíbas parte quatro




Ainda não vi o filme mas depois de ler esta crítica confirmou-se a minha suspeição.

Afinal de contas a mesma crítica, grosso modo, poderia ser feita ao segundo e terceiro filme do franchise pelo que estou à vontade e revejo-me ou entendo de imediato esta crítica sem sequer ter visto o filme ainda.

Honestamente, só gostei do primeiro. E também não tanto assim.

Ainda assim, como também gosto de ver coisas fraquinhas (sim! e vá lá, o Pirata das Caraíbas também não é assim tão fraquinho mas é sem dúvida entretenimento fácil), irei ver o filme na mesma, certamente.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Mixed feelings com o Tintim que aí vem

Pois é: o filme do Tintim com a assinatura de Steven Spielberg e Peter Jackson está quase quase e até já há posters.


Poster «internacional» do Tintim: O Segredo do Licorne



Os posters foram disponibilizados em primeiro lugar no Facebook da Weta Workshop, julgo, a empresa neozelandesa de efeitos especiais fundada por Peter Jackson que fez um excelente trabalho, por exemplo, na trilogia do Senhor dos Anéis e noutros filmes de renome como o District 9.

A excitação em torno destes posters, pelo que pude apalpar quer no Facebook da Weta quer noutros sites foi bastante grande mas honestamente olhando para estes posters muitos sentimentos me vêm ao de cima mas poucos têm que ver com a magia que Hergé fez com Tintim.

É evidente que o poster do ponto de vista técnico, se se quiser, está perfeito e absolutamente excelente, mas creio que não mostra o verdadeiro Tintim.

O Tintim que vejo nesse poster mais parece um Tintim «James Bondiano» com uma «capa» estilo grande super herói (ao invés de uma normal gabardine dos anos 40) e com um cão de guarda ao lado tipo Pitbull (e não um Fox Terrier).

O Tintim do poster parece ser um Tintim que tem tudo sob controlo quando o Tintim de Hergé é um herói quase improvável, ao acaso e com muita sorte à mistura.

O poster é também demasiado sombrio (sobretudo o norte-americano...) quando essa tenebrosidade jamais está presente em Tintim, pelo menos não desta forma.

Para já, para já, estes posters são a única coisa que me assustam no filme de Tintim que aí vem.

A história, já se sabe, também pouco terá que ver com O Segredo do Licorne original. O professor Girassol que nos livros de Hergé faz a estreia n'O Tesouro de Rackham o Terrível, a segunda parte da obra, nem aparecerá no filme, por exemplo. Mas honestamente, não é por aí que o gato vai às filhoses. Aliás, melhor assim - parece que em inglês o nosso querido Tournesol se chama Calculus, meu Deus.

Já os posters... não sei não.

Bem sei que o poster é uma coisa, os trailers outra (sobretudo ultimamente) e o filme per se ainda outra completamente diferente, por isso ainda tenho muita fé que o filme possa ser uma bomba.

Tal como nas obras de Tolkien, sou um indefectível fã de Tintim, mesmo. A par de Tintim, também o sou de Astérix. E os filmes do Astérix são uma banhada completa, não é? Por isso com o Tintim estou a preparar-me para tudo, apesar de a equipa que está a fazer o Tintim nada ter que ver com a que fez os Astérix, é certo!


Poster norte-americano do Tintim: O Segredo do Licorne - público norte-americano que por ser bastante leigo em relação a Tintim, optou-se por divulgar o filme de forma diferente junto destes


Um obrigado especial ao Raphael Santos por me ir dando preciosas actualizações sobre o Tintim e também O Hobbit.

Link de interesse: Tintim por Tintim - excelente blogue cheio de informação sobre o Tintim.


Actualização

Já há trailer!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Coisas boas




One drink and that's it. Don't be rude, drink your drink and do it quickly, say good night and go home! You see, this is a morale test at oneself whether or not you can maintain loyalty, because being loyal is very important... So you gonna say: good night, I've had a very lovely evening; walk out the door, get in the car, go home, jerk off... and that's all you're gonna do!


Quase valia a Travolta um Óscar em Pulp Fiction.

terça-feira, 10 de maio de 2011

@DepressedDarth




«You don't need to see his identification.» - Obi-Wan with an underage Jedi at a bar.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Thor



Sobre este filme a única coisa que posso dizer é que foi do melhor que já vi no que a filmes de super-heróis diz respeito. E isto é o maior elogio que posso fazer ao filme.