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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

sábado, 26 de março de 2011

Um poker de campeões a cores

O ano passado publiquei aqui uma foto extraordinária daquilo que é um verdadeiro poker de campeões.

Hoje, enquanto dava um browse pelo google, descobri uma foto tirada no mesmo dia, mas a cores.


Bom demais!

terça-feira, 22 de março de 2011

Carol, A Guerreira


Foto: Sara Matos




A Carol é uma cavaleira de Horseball que joga pela formação Horseball Quinta da Figueira.

Neste desporto joga-se quatro contra quatro, cada um no seu cavalo, num campo talvez um pouco maior que os de futsal, com uma bola e com duas balizas em cada ponta do terreno a três metros e meio do solo.

Naquele dia, jogava-se para o Campeonato Nacional Trophy. A equipa adversária de Carol, os Lobos, tinha uns quantos cavalos lesionados. Por isso, só puderam comparecer três atletas.

Antevia-se por isso, digo eu, uma partida mais facilitada. Não foi, de todo, o caso.

Os Lobos, com menos um elemento, puxaram dos galões motivados porventura pelo orgulho ferido e tarefa mais complicada de jogar com uma baixa e tiveram uma exibição muito conseguida.

O resultado final foi um 5-4 para a equipa dos Lobos, ao final dos 20 minutos.

Não correu nada bem. No final, o desalento de Carol era evidente. E ainda bem! Sinal de que para a próxima darão seguramente o litro.

Mas nem por isso Carol, de número 8 às costas, deixa de ser Guerreira num desporto nada fácil, intenso e veloz.

Com ramassage aqui e acolá, Carol mostrou estar à altura dos grandes cavaleiros da História de Portugal, ficando só atrás do D. Afonso Henriques, claro.

E se D. Afonso Henriques era O Conquistador, pois Carol é A Guerreira!

Salve, Carol!



O merecido descanso d'A Guerreira

domingo, 13 de junho de 2010

Um poker de campeões



Uma foto absolutamente fantástica com Senna, Prost, Mansell e Piquet, da esquerda para a direita. [Roubada da página de fãs do Nigel Mansell no facebook]

quarta-feira, 17 de março de 2010

A doença da F1

[Na foto: Mansell dando uma boleia a Senna.]



A Fórmula 1 está doente. Há muitos anos que está doente. Só resta saber se é uma doença terminal ou não.



Eu sou do tempo do Nigel Mansell (o meu ídolo do desporto automóvel, devo dizer). Do Alain Prost. Do Schumacher da Benetton. Do Gerhard Berger e do Jean Alesi da Ferrari. E claro, do Ayrton Senna.



À época a F1 era ligeiramente mais competitiva do que era hoje. (O itálico aqui pretende denotar sarcasmo, para os mais distraídos).



Mudança de regras à parte, que agora muda todos os anos e nem a par estou pelo simples desinteresse que nutro em assistir a uma corrida destas do início ao fim - sei o básico, como por exemplo agora não haver reabastecimentos (como em tempos idos, aliás) - de tão entediante que é ficar cerca de hora e meia a observar 20 e poucos carros, uns atrás dos outros, sem qualquer tipo de coisas a acontecer. É um tédio. E tem-no sido há mais de uma década.



Nada acontece, tirando amiúde as lutas e as jogadas tácticas nas boxes, factor sempre emocionante numa corrida onde a velocidade, as ultrapassagens (acima de tudo) e a emoção deveriam ser o factor primordial deste espectáculo, agora doente.



É aqui que entra o MotoGP. É que se Schumacher bateu todos os recordes e mais alguns, sendo um regular vencedor, também Rossi o fez nas motas. A diferença está que nos títulos de Schumacher apanhámos seca a ver as corridas, ao passo que nos de Rossi, há show do início ao fim (quem não se lembra das lutas pelo primeiro lugar, nas últimas curvas da corrida, entre Rossi e Gibernau?).



No MotoGP, mesmo sendo sempre o mesmo a ganhar, tal como chegou a acontecer na F1 (agora já não, mas nem por isso é emocionante ver uma corrida de F1), até o tipo que vai na quinta posição pode sair vencedor, enquanto que na F1, chega a acontecer o quarto, o quinto e por aí fora classificados, levarem uma ou mais voltas de avanço, como já vi acontecer.



Isto numa prova de sprint, que mais parece que estão em endurance.



F1 está doente, para não dizer que morreu. É o lamento de um genuíno fã de F1, mas não desta F1 pachorrenta, entediante, que anda à deriva há já demasiado tempo.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Sem espinhas!


E foi assim, sem espinhas, que Roger Federer conquistou o US Open pelo 5º ano consecutivo após bater, na final, Andy Murray em três sets.
Depois de uma época francamente abaixo do que tem sido hábito por parte do ex-n.º 1 do ranking ATP (ainda assim com presença na final em dois Grand Slam e uma meia-final no Open da Austrália) acaba por redimir-se vencendo o último Grand Slam do ano.
Grande desilusão: Rafael Nadal, por nem à final ter chegado.
Metas para Federer em 2009: apontar baterias à reconquista do lugar cimeiro do ranking, e livrar-se, de uma vez por todas, da sua pedra no sapato, entenda-se, Roland Garros.