quarta-feira, 17 de março de 2010
A doença da F1
A Fórmula 1 está doente. Há muitos anos que está doente. Só resta saber se é uma doença terminal ou não.
Eu sou do tempo do Nigel Mansell (o meu ídolo do desporto automóvel, devo dizer). Do Alain Prost. Do Schumacher da Benetton. Do Gerhard Berger e do Jean Alesi da Ferrari. E claro, do Ayrton Senna.
À época a F1 era ligeiramente mais competitiva do que era hoje. (O itálico aqui pretende denotar sarcasmo, para os mais distraídos).
Mudança de regras à parte, que agora muda todos os anos e nem a par estou pelo simples desinteresse que nutro em assistir a uma corrida destas do início ao fim - sei o básico, como por exemplo agora não haver reabastecimentos (como em tempos idos, aliás) - de tão entediante que é ficar cerca de hora e meia a observar 20 e poucos carros, uns atrás dos outros, sem qualquer tipo de coisas a acontecer. É um tédio. E tem-no sido há mais de uma década.
Nada acontece, tirando amiúde as lutas e as jogadas tácticas nas boxes, factor sempre emocionante numa corrida onde a velocidade, as ultrapassagens (acima de tudo) e a emoção deveriam ser o factor primordial deste espectáculo, agora doente.
É aqui que entra o MotoGP. É que se Schumacher bateu todos os recordes e mais alguns, sendo um regular vencedor, também Rossi o fez nas motas. A diferença está que nos títulos de Schumacher apanhámos seca a ver as corridas, ao passo que nos de Rossi, há show do início ao fim (quem não se lembra das lutas pelo primeiro lugar, nas últimas curvas da corrida, entre Rossi e Gibernau?).
No MotoGP, mesmo sendo sempre o mesmo a ganhar, tal como chegou a acontecer na F1 (agora já não, mas nem por isso é emocionante ver uma corrida de F1), até o tipo que vai na quinta posição pode sair vencedor, enquanto que na F1, chega a acontecer o quarto, o quinto e por aí fora classificados, levarem uma ou mais voltas de avanço, como já vi acontecer.
Isto numa prova de sprint, que mais parece que estão em endurance.
F1 está doente, para não dizer que morreu. É o lamento de um genuíno fã de F1, mas não desta F1 pachorrenta, entediante, que anda à deriva há já demasiado tempo.
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Desporto
segunda-feira, 15 de março de 2010
F*MyLife
"Today, I woke up late for a very important presentation. I got dressed but forgot to wear a bra. During the presentation, I bent down to adjust a shoe strap. I rose to find that the thin straps of my blouse snapped and exposed my breasts. I gave a great presentation and a titty show. FML"
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Outros
segunda-feira, 8 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
A problemática dos centrais
Jogo PES há muitos anos. Não há muitos, vá, mas há alguns, seguramente.
Contudo, do alto da minha ignorância, reivindicava para mim algo que, neste jogo, aquando da marcação - por exemplo - de pontapés de canto, não sucedia. E era o quê? Os centrais da minha equipa nunca estarem lá. Passava-me com isso. Mas, finalmente, e um pouco ao acaso, lá descobri como enviar para a frente os centrais na marcação de bolas paradas. É algo que, incrivelmente, não vem por defeito no jogo.
Contudo, do alto da minha ignorância, reivindicava para mim algo que, neste jogo, aquando da marcação - por exemplo - de pontapés de canto, não sucedia. E era o quê? Os centrais da minha equipa nunca estarem lá. Passava-me com isso. Mas, finalmente, e um pouco ao acaso, lá descobri como enviar para a frente os centrais na marcação de bolas paradas. É algo que, incrivelmente, não vem por defeito no jogo.
E que diferença...
Nas minhas jogatanas dominicais passei a vencer ao meu adversário mais directo, o F., com margem de muitos golos. Aliás, no domingo passado, num livre marcado no meio do rua, aparece Puyol, na área, a finalizar. E que golo.
E isto porquê? Porque descobri como enviar os centrais lá para a frente. Aleluia... uma coisa tão banal do futebol moderno, mas que não acontecia, na prática, nas minhas equipas do PES.
F., põe-te a pau. Vai ser difícil agora sair do fosso de resultados em que te encontras. Lamento.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Os KO's de Paulo Rangel
Chegou a ser, a espaços, confrangedor assistir à impotência retórica de Paulo Rangel quando confrontado com os seus competidores directos à liderança do PPD/PSD. Primeiro com Passos Coelho, e depois com Aguiar-Branco. São "só" debates televisivos, e, nesse sentido, não descredibiliza nem coloca em causa, no meu entender, as capacidades intelectuais do (ex-?)deputado europeu. Contudo, fica a imagem. E essa, vale votos. Muitos votos. E apoios também. Dentro do partido; fora do partido. Vale tudo, vá. A imagem, hoje, vale tudo.
O resultado final é o que se vê na imagem que se segue.
O resultado final é o que se vê na imagem que se segue.
Imagem surripiada daqui.
Já estou é com água na boca para assistir ao debate entre a mudança e a união mais logo à noite.
Afinal parece que não foi hoje à noite. Não sei onde raio li tal informação. Fica o equívoco reparado, e água na boca a crescer sem parar.
quarta-feira, 3 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Palavras para quê?
Kumi Jo. Significa bastão contra bastão. A execução dos 31 movimentos de Jo, normalmente a solo, aqui em kumijo, é o pretexto para este pequeno vídeo, onde o cenário deslumbrante fala por si. É o senhor de escuro, à direita, que executa os 31 movimentos. O da esquerda limita-se a defender/atacar.
Enjoy!
Enjoy!
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Aikido
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Essa é que é essa!

É mais fácil sairmos lesionados de uma partida de futebol com os amigos do que treinar aikido.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Prolongamento - Madeira
Ok, a ver se não me esqueço de nenhum:
Ao sábado à noite, na RTP N, Zona Mista com João Gobern e Bruno Prata.
Domingo à noite, na SIC Notícias, Tempo Extra com Rui Santos.
Segunda à noite, na SIC Notícias, O Dia Seguinte com Guilherme Aguiar, Dias Ferreira e Sílvio Cervan.
Em simultâneo com O Dia Seguinte, na TVI 24, Prolongamento com Eduardo Barroso, Fernando Seara e Pôncio Monteiro.
Terça à noite, na RTP N, Trio D'Ataque com Rui Oliveira e Costa, António-Pedro Vasconcelos e Rui Moreira.
Quarta é dia de descanso. Uma pena, uma pena.
Quinta à noite, na RTP N, Pontapé de Saída com Luís Freitas Lobo e João Vieira Pinto.
Sexta à noite, talvez num outro campeonato, na TVI 24, Mais Futebol com vários comentadores residentes, sendo o mais conhecido no mundo do futebol o Toni.
Fica a faltar talvez o Lugar Cativo com Fernando Correia - mas este é seguramente de outro campeonato - e um programa qualquer, na RTP N, só com o João V. Pinto, julgo que ao fim-de-semana.
Mas isto não interessa nada... Todos nós já conhecemos os programas supracitados. Correcto? Pois é.
Mas há um que eu acho que vocês não conhecem! ah, ah!
Seu nome é Prolongamento, e é transmitido somente pela RTP Madeira. Mas, fear not. Pode ser integralmente visto aqui.
Posso dizer que tenho devorado completamente este programa, cujo nome a TVI 24 fez o favor de surripiar para o seu show concorrente ao Dia Seguinte. Aliás, não foi só o nome que surripiou. Fica a ideia que algo mais foi surripiado... mas também não interessa nada!
O Prolongamento, da RTP Madeira, tem como painel de comentadores um ex-árbitro de futebol, um sócio do Marítimo e outro do Nacional da Madeira, e ainda um jornalista da Antena 1. Regra geral, é este o painel. Já lá também estiveram, como convidados, o Danny do Zenit, Manuel Machado ou o Rui Alves, do Nacional.
Tirando o jornalista da Antena 1, Vítor Martins, que é o único ali que fala, como dizer, sustentado em argumentos que por acaso até têm alguma construção lógica, assentes sempre em conhecimento de causa, já o resto do painel é bem mais divertido de ouvir. Vítor Martins, por falar demasiado bem e assertivamente, acontece que é o que tem menos interesse e piada em ouvir.
Quanto ao resto dos comentadores é absolutamente genial ouvi-los a debater sobre futebol, nomeadamente o senhor Emanuel Câmara, ex-árbitro e recente militante do PS. Emanuel Câmara até tem um site onde nos ensina a votar, só assim para o caso de não sabermos como tal coisa se faz.
Mas eu calo-me agora, e deixo ao vosso critério as reflexões sobre o Prolongamento.
Não percam o Prolongamento que eu... também não!
Ao sábado à noite, na RTP N, Zona Mista com João Gobern e Bruno Prata.
Domingo à noite, na SIC Notícias, Tempo Extra com Rui Santos.
Segunda à noite, na SIC Notícias, O Dia Seguinte com Guilherme Aguiar, Dias Ferreira e Sílvio Cervan.
Em simultâneo com O Dia Seguinte, na TVI 24, Prolongamento com Eduardo Barroso, Fernando Seara e Pôncio Monteiro.
Terça à noite, na RTP N, Trio D'Ataque com Rui Oliveira e Costa, António-Pedro Vasconcelos e Rui Moreira.
Quarta é dia de descanso. Uma pena, uma pena.
Quinta à noite, na RTP N, Pontapé de Saída com Luís Freitas Lobo e João Vieira Pinto.
Sexta à noite, talvez num outro campeonato, na TVI 24, Mais Futebol com vários comentadores residentes, sendo o mais conhecido no mundo do futebol o Toni.
Fica a faltar talvez o Lugar Cativo com Fernando Correia - mas este é seguramente de outro campeonato - e um programa qualquer, na RTP N, só com o João V. Pinto, julgo que ao fim-de-semana.
Mas isto não interessa nada... Todos nós já conhecemos os programas supracitados. Correcto? Pois é.
Mas há um que eu acho que vocês não conhecem! ah, ah!
Seu nome é Prolongamento, e é transmitido somente pela RTP Madeira. Mas, fear not. Pode ser integralmente visto aqui.
Posso dizer que tenho devorado completamente este programa, cujo nome a TVI 24 fez o favor de surripiar para o seu show concorrente ao Dia Seguinte. Aliás, não foi só o nome que surripiou. Fica a ideia que algo mais foi surripiado... mas também não interessa nada!
O Prolongamento, da RTP Madeira, tem como painel de comentadores um ex-árbitro de futebol, um sócio do Marítimo e outro do Nacional da Madeira, e ainda um jornalista da Antena 1. Regra geral, é este o painel. Já lá também estiveram, como convidados, o Danny do Zenit, Manuel Machado ou o Rui Alves, do Nacional.
Tirando o jornalista da Antena 1, Vítor Martins, que é o único ali que fala, como dizer, sustentado em argumentos que por acaso até têm alguma construção lógica, assentes sempre em conhecimento de causa, já o resto do painel é bem mais divertido de ouvir. Vítor Martins, por falar demasiado bem e assertivamente, acontece que é o que tem menos interesse e piada em ouvir.
Quanto ao resto dos comentadores é absolutamente genial ouvi-los a debater sobre futebol, nomeadamente o senhor Emanuel Câmara, ex-árbitro e recente militante do PS. Emanuel Câmara até tem um site onde nos ensina a votar, só assim para o caso de não sabermos como tal coisa se faz.
Mas eu calo-me agora, e deixo ao vosso critério as reflexões sobre o Prolongamento.
Não percam o Prolongamento que eu... também não!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Se, se, se...
A prova de que a discussão do futebol em Portugal - ok, e no mundo - está nivelada por baixo é o facto de se dar enfoque em demasia ao golo do Sporting de Braga ante o Marítimo, precedido por um lançamento de linha lateral não assinalado pela equipa de arbitragem.
Domingos tem razão: antes do golo, mais futebol houve. Marítimo teve oportunidade de aliviar a bola da área. Estava-se a jogar futebol. Mas que raio tem a ver o facto de a 'fora' ter sido marcada ou não?
Só dou a mão à palmatória quando o lateral do Marítimo se desconcentra e abranda o seu ritmo, permitindo assim o avanço do bracarense Filipe Oliveira e consequente centro para a área. Mas repito: depois disso, tudo prosseguiu no seu percurso normal. Marítimo não aliviou a bola, Braga concretiza. Lamento.
Não estou a branquear o erro de arbitragem. Estou a condenar esta fobia e visão em túnel relativamente a um erro que jamais em tempo algum está ligado directamente ao golo.
"Ah e tal se tivessem marcado a 'fora' já não era golo". Então e se tivessem marcado a 'fora', Filipe Oliveira faz o lançamento para a área e um ponta-de-lança enfia a bola na baliza do Marítimo? Mas porque é que o primeiro se é mais válido que o segundo?
Já agora, poder-se-ia ir um pouco mais atrás no lance e detectar quaisquer outras ilegalidades que assim contribuiriam para um não-golo do Braga. Quer dizer, ridículo, no mínimo.
Anyway, este lance de futebol, é a prova cabal de que a discussão do futebol começa a enjoar e a ficar podre. Haja paciência.
Olha, se a minha avó não tivesse morrido ainda hoje era viva! Diz o povo e bem.
Domingos tem razão: antes do golo, mais futebol houve. Marítimo teve oportunidade de aliviar a bola da área. Estava-se a jogar futebol. Mas que raio tem a ver o facto de a 'fora' ter sido marcada ou não?
Só dou a mão à palmatória quando o lateral do Marítimo se desconcentra e abranda o seu ritmo, permitindo assim o avanço do bracarense Filipe Oliveira e consequente centro para a área. Mas repito: depois disso, tudo prosseguiu no seu percurso normal. Marítimo não aliviou a bola, Braga concretiza. Lamento.
Não estou a branquear o erro de arbitragem. Estou a condenar esta fobia e visão em túnel relativamente a um erro que jamais em tempo algum está ligado directamente ao golo.
"Ah e tal se tivessem marcado a 'fora' já não era golo". Então e se tivessem marcado a 'fora', Filipe Oliveira faz o lançamento para a área e um ponta-de-lança enfia a bola na baliza do Marítimo? Mas porque é que o primeiro se é mais válido que o segundo?
Já agora, poder-se-ia ir um pouco mais atrás no lance e detectar quaisquer outras ilegalidades que assim contribuiriam para um não-golo do Braga. Quer dizer, ridículo, no mínimo.
Anyway, este lance de futebol, é a prova cabal de que a discussão do futebol começa a enjoar e a ficar podre. Haja paciência.
Olha, se a minha avó não tivesse morrido ainda hoje era viva! Diz o povo e bem.
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Futebol
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
PPD/PSD
Ora deixa cá ber.
Se atentarmos à badalada premissa de que "os políticos são todos iguais!", gostava eu que desta feita a velha guarda do PPD/PSD (Paulo Rangel velha guarda? Erm...) não lixasse o puto Passos Coelho.
Se atentarmos à premissa, acharia interessante dar oportunidade ao puto mostrar o que vale.
Isto só em nome de uma lufada de ar fresco, claro está.
Afinal de contas "os políticos são todos iguais!".
Se atentarmos à badalada premissa de que "os políticos são todos iguais!", gostava eu que desta feita a velha guarda do PPD/PSD (Paulo Rangel velha guarda? Erm...) não lixasse o puto Passos Coelho.
Se atentarmos à premissa, acharia interessante dar oportunidade ao puto mostrar o que vale.
Isto só em nome de uma lufada de ar fresco, claro está.
Afinal de contas "os políticos são todos iguais!".
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Política
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Sempai-Kohai
No aikido existem algumas dualidades de conceitos. Alguns duos. Os mais evidentes são o irimi versus tenkan. O céu versus a terra (tenchi). O omote versus o ura. O tori versus o uke. No fundo, a presença deste Yin e Yang, acaba por ser constante, ainda que por vezes passe despercebida. Este é claro, o grosso modo. Os extremos! Mas nem só de extremidade o aikido é feito, mas, sem dúvida que no plano da aprendizagem, das bases e da compreensão inicial do que raio é que vem a ser isso do aikido, extremar estes conceitos e diferenciar o preto do branco ajuda a entender melhor o cenário global, ainda que seja somente numa primeira fase (primeiros 20 anos? Hehe).
Mas há pelo menos mais um duo. O de sempai versus kohai. Simplificadamente sempai significa o aluno sénior, como chama o sensei Stefan Stenudd no seu glossário de aikido. Já kohai, por oposição, significa o aluno júnior. É isso.
Tal como na sociedade e na vida de todos nós,(surpresa das surpresas!) existe no aikido algo chamado de hierarquia. Esta hierarquia passa numa primeira fase pelo evidente estatuto exibido por um qualquer cinturão que um indivíduo tenha (ainda que existam escolas que estão à margem desta matéria, do uso de cintos ou graduações definidas).
Contudo, e cinturões à parte existe, se podemos chamar assim, uma sub-hierarquia que é precisamente esta do sempai-kohai. Ao contrário dos cintos, esta não é visível, não está escrita nas testas de ninguém e nem se pode sequer adivinhar. Não: esta sente-se, vive-se, pratica-se, executa-se e exerce-se. Sem pudor e com muito coração.
Tentando exemplificar: tirando o meu sensei, que a par de ser meu sensei é meu sempai também, é meu sénior (não de idade, não de cinto (!) mas de quilometragem aikidoca), há mais dois grandes sempai que tive. Infelizmente, já não mais praticam, pelas mais diversas razões, mas foi com eles que durante bons anos pude aprender, compreender e crescer de forma mais vigorosa no aikido e na vida. A Ana e o David. Senhores de uma técnica invejável e senhores de uma alegria a praticar em cima do tapete também ela invejável. Para além destes meus sempai, mais marcantes, por assim dizer, havia um outro. O Miguel. O Miguel volta e meia também deixou de praticar, contudo, para aí há um ano, dois, voltou ao dojo. Ele, já chefe de família e pai de filhos (e eu quase com idade para ser filho dele) surge subitamente num treino. Sorrio de uma ponta à outra: diabos, é um sempai meu, daqueles da velha guarda! Daqueles que tem tanto para me ensinar, que conhece caminhos ocultos ou ainda não descobertos por mim e que anseio por dominar mais dia menos dia. Nesse dia, em que ele aparece no dojo, já eu não era mais aquele puto charila de que ele se lembrava. Já também não era mais um kyu. Agora, eu já era 1º dan. O primeiro cinturão negro. Ele, 1º kyu. Cinto castanho.
Sabendo que tradicionalmente nos cerimoniais de começo e fim de aula os alunos sentam-se da esquerda para a direita, por ordem crescente de graduações, eu, nesse dia, não consegui ser o tipo mais à direita. Não não não! Durante anos e anos sempre eu tive à esquerda do Miguel. Eu hoje sou mais graduado, em cinto, que o Miguel, mas certamente não deixei de ser kohai dele, seu júnior. E, por esse facto, o meu lado direito será sempre dele, e dos meus sempai.
Enfim, a relação entre sempai e kohai é essa mesmo. No plano do visível uma coisa tão simples como ceder o lugar de maior destaque do dojo a quem de direito o merece, já no plano do emocional, saber que é com eles, com os sempai, mostrando sempre respeito e acima de tudo gratidão por serem os nossos "padrinhos" do aikido, que podemos ansiar aprender mais e mais e mais.
Hoje, acontece um pouco mais ao contrário. Pessoas que têm idade para ser às vezes meus avós, são minhas kohai. Eu, no melhor que consigo oferecer e dar de mim, tento ser sempre o melhor sempai possível para eles, kohai. O aikido é feito justamente desta entreajuda. Mas sem sobrancerias, sem altivez ou desprezo pelos hierarquicamente abaixo. Sem, também, submissões tolas para os hierarquicamente acima.
Os kohai são importantíssimos. Serão os futuros sempais dos kohai de amanhã. Mas atenção que sem esse guia, acima de nós, mais sapiente, mais experiente - o sempai - o nosso caminho no aikido fica mais atribulado. O técnico, o mental e até o espiritual.
Bem haja à dualidade sempai-kohai e àqueles que nela humanamente fazem parte desta.

Mas há pelo menos mais um duo. O de sempai versus kohai. Simplificadamente sempai significa o aluno sénior, como chama o sensei Stefan Stenudd no seu glossário de aikido. Já kohai, por oposição, significa o aluno júnior. É isso.
Tal como na sociedade e na vida de todos nós,(surpresa das surpresas!) existe no aikido algo chamado de hierarquia. Esta hierarquia passa numa primeira fase pelo evidente estatuto exibido por um qualquer cinturão que um indivíduo tenha (ainda que existam escolas que estão à margem desta matéria, do uso de cintos ou graduações definidas).
Contudo, e cinturões à parte existe, se podemos chamar assim, uma sub-hierarquia que é precisamente esta do sempai-kohai. Ao contrário dos cintos, esta não é visível, não está escrita nas testas de ninguém e nem se pode sequer adivinhar. Não: esta sente-se, vive-se, pratica-se, executa-se e exerce-se. Sem pudor e com muito coração.
Tentando exemplificar: tirando o meu sensei, que a par de ser meu sensei é meu sempai também, é meu sénior (não de idade, não de cinto (!) mas de quilometragem aikidoca), há mais dois grandes sempai que tive. Infelizmente, já não mais praticam, pelas mais diversas razões, mas foi com eles que durante bons anos pude aprender, compreender e crescer de forma mais vigorosa no aikido e na vida. A Ana e o David. Senhores de uma técnica invejável e senhores de uma alegria a praticar em cima do tapete também ela invejável. Para além destes meus sempai, mais marcantes, por assim dizer, havia um outro. O Miguel. O Miguel volta e meia também deixou de praticar, contudo, para aí há um ano, dois, voltou ao dojo. Ele, já chefe de família e pai de filhos (e eu quase com idade para ser filho dele) surge subitamente num treino. Sorrio de uma ponta à outra: diabos, é um sempai meu, daqueles da velha guarda! Daqueles que tem tanto para me ensinar, que conhece caminhos ocultos ou ainda não descobertos por mim e que anseio por dominar mais dia menos dia. Nesse dia, em que ele aparece no dojo, já eu não era mais aquele puto charila de que ele se lembrava. Já também não era mais um kyu. Agora, eu já era 1º dan. O primeiro cinturão negro. Ele, 1º kyu. Cinto castanho.
Sabendo que tradicionalmente nos cerimoniais de começo e fim de aula os alunos sentam-se da esquerda para a direita, por ordem crescente de graduações, eu, nesse dia, não consegui ser o tipo mais à direita. Não não não! Durante anos e anos sempre eu tive à esquerda do Miguel. Eu hoje sou mais graduado, em cinto, que o Miguel, mas certamente não deixei de ser kohai dele, seu júnior. E, por esse facto, o meu lado direito será sempre dele, e dos meus sempai.
Enfim, a relação entre sempai e kohai é essa mesmo. No plano do visível uma coisa tão simples como ceder o lugar de maior destaque do dojo a quem de direito o merece, já no plano do emocional, saber que é com eles, com os sempai, mostrando sempre respeito e acima de tudo gratidão por serem os nossos "padrinhos" do aikido, que podemos ansiar aprender mais e mais e mais.
Hoje, acontece um pouco mais ao contrário. Pessoas que têm idade para ser às vezes meus avós, são minhas kohai. Eu, no melhor que consigo oferecer e dar de mim, tento ser sempre o melhor sempai possível para eles, kohai. O aikido é feito justamente desta entreajuda. Mas sem sobrancerias, sem altivez ou desprezo pelos hierarquicamente abaixo. Sem, também, submissões tolas para os hierarquicamente acima.
Os kohai são importantíssimos. Serão os futuros sempais dos kohai de amanhã. Mas atenção que sem esse guia, acima de nós, mais sapiente, mais experiente - o sempai - o nosso caminho no aikido fica mais atribulado. O técnico, o mental e até o espiritual.
Bem haja à dualidade sempai-kohai e àqueles que nela humanamente fazem parte desta.
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Líder
Cito o site do Luís Freitas Lobo para mostrar aqui um vídeo do treinador do Barcelona, Guardiola, onde temos a oportunidade de saber o que diz ele aos seus jogadores em situações delicadas, como era neste caso, num 0-0 após os 90 minutos contra o Shakhtar, havendo ainda um prolongamento por disputar.
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Futebol
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Pescadores, Sporting e Veloso
Tive a oportunidade de assistir à partida entre os Pescadores da Costa da Caparica e o Sporting Clube de Portugal. 1-4, resultado final.
Na retina ficou-me a boa organização da equipa da "casa" na primeira parte. Serão 45 minutos que ficarão para sempre na memória daqueles jogadores anónimos e amadores. Já para não falar de Tó-Zé, o autor do primeiro tento. Uma primeira parte onde jogaram (e a verdade é esta) de igual para igual com o Sporting CP e donde saíram a ganhar por uma bola a zero.
Já na segunda parte da partida notou-se (e adivinhava-se, digo eu) a falta de frescura física dos Pescadores e aos poucos, e depois de algumas mudanças por parte de Carvalhal, o Sporting naturalmente chegou à vantagem acabando por ganhar com relativa facilidade com margem de 3 golos.
Contudo, numa outra nota, apraz-me dizer que começo a compreender o que um conhecido comentador desportivo tem vindo a dizer ao longo dos últimos tempos acerca do Miguel Veloso e em que o seu lugar natural, caso este o quisesse e tivesse disposto a isso, seria o lugar de defesa-esquerdo.
Tenho andado a fazer um mais um, e finalmente lá cheguei ao dois. Miguel Veloso poderia sem dúvida ser o nosso defesa-esquerdo, de selecção, depois de um jejum de tantos anos sem um lateral-esquerdo de raiz, depois de Dimas e Rui Jorge. Quer dizer, em bom rigor, Veloso é um central de origem, mas foi subindo no terreno, à conta do seu elevado nível técnico e posicional, parando ali na zona de "primeira construção" médio-defensiva. Apesar de tudo, o facto de ser esquerdino e ter rendimento elevado na lateral são dois argumentos suficientes que lhe poderiam dar o acesso directo à África do Sul 2010 e, melhor ainda, acesso directo à sua titularidade.
Temo que Veloso, ao não ceder ao seu capricho de jogar exclusivamente no centro do terreno, possa perder uma carreira promissora. Isto devido ao facto de que por já ter afirmado publicamente que não gosta de jogar na faixa, tem perdido inúmeras oportunidades de poder ser titular ora no seu clube, ora na selecção portuguesa, cortando-lhe assim a chance (onde quer que posição fosse...) de mostrar o seu potencial e de se mostrar ao mundo do futebol.
Tenho pena.
Pensa nisso, Veloso.
Na retina ficou-me a boa organização da equipa da "casa" na primeira parte. Serão 45 minutos que ficarão para sempre na memória daqueles jogadores anónimos e amadores. Já para não falar de Tó-Zé, o autor do primeiro tento. Uma primeira parte onde jogaram (e a verdade é esta) de igual para igual com o Sporting CP e donde saíram a ganhar por uma bola a zero.
Já na segunda parte da partida notou-se (e adivinhava-se, digo eu) a falta de frescura física dos Pescadores e aos poucos, e depois de algumas mudanças por parte de Carvalhal, o Sporting naturalmente chegou à vantagem acabando por ganhar com relativa facilidade com margem de 3 golos.
Contudo, numa outra nota, apraz-me dizer que começo a compreender o que um conhecido comentador desportivo tem vindo a dizer ao longo dos últimos tempos acerca do Miguel Veloso e em que o seu lugar natural, caso este o quisesse e tivesse disposto a isso, seria o lugar de defesa-esquerdo.
Tenho andado a fazer um mais um, e finalmente lá cheguei ao dois. Miguel Veloso poderia sem dúvida ser o nosso defesa-esquerdo, de selecção, depois de um jejum de tantos anos sem um lateral-esquerdo de raiz, depois de Dimas e Rui Jorge. Quer dizer, em bom rigor, Veloso é um central de origem, mas foi subindo no terreno, à conta do seu elevado nível técnico e posicional, parando ali na zona de "primeira construção" médio-defensiva. Apesar de tudo, o facto de ser esquerdino e ter rendimento elevado na lateral são dois argumentos suficientes que lhe poderiam dar o acesso directo à África do Sul 2010 e, melhor ainda, acesso directo à sua titularidade.
Temo que Veloso, ao não ceder ao seu capricho de jogar exclusivamente no centro do terreno, possa perder uma carreira promissora. Isto devido ao facto de que por já ter afirmado publicamente que não gosta de jogar na faixa, tem perdido inúmeras oportunidades de poder ser titular ora no seu clube, ora na selecção portuguesa, cortando-lhe assim a chance (onde quer que posição fosse...) de mostrar o seu potencial e de se mostrar ao mundo do futebol.
Tenho pena.
Pensa nisso, Veloso.
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Futebol
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Paupérrimo
Antena aberta na RTP N hoje às cinco da tarde: programa onde normalmente um convidado e depois os telespectadores por telefone intervêm. O tema era sobre as praxes académicas. O convidado era um "veterano" da "comissão de praxes" da Faculdade de Letras de Lisboa, se não estou em erro.
Posso dizer: que paupérrimo. Que paupérrimo debate. Que paupérrimo convidado. Que paupérrima condução do debate por parte da jornalista. Sei que o convidado não ajudava, mas ainda assim.
Será que não há nada mais inovador a introduzir nesta discussão paupérrima sobre as praxes?
Os "veteranos": "as praxes servem para integrar os novos alunos!"
Os pais, os avós, os primos, os tios, os enteados: "acho uma vergonha, espojarem-se ali na lama; isso tem alguma piada? Ovos na cabeça das pessoas? Isso tem alguma piada? Acabem já com esta brincadeira!".
André, o autor deste humilde blogue: "Por favor, acabem com isto. O canal público de Televisão de notícias não poderia ter gasto uma hora de conteúdo televisivo de uma pior forma".
Disse.
Posso dizer: que paupérrimo. Que paupérrimo debate. Que paupérrimo convidado. Que paupérrima condução do debate por parte da jornalista. Sei que o convidado não ajudava, mas ainda assim.
Será que não há nada mais inovador a introduzir nesta discussão paupérrima sobre as praxes?
Os "veteranos": "as praxes servem para integrar os novos alunos!"
Os pais, os avós, os primos, os tios, os enteados: "acho uma vergonha, espojarem-se ali na lama; isso tem alguma piada? Ovos na cabeça das pessoas? Isso tem alguma piada? Acabem já com esta brincadeira!".
André, o autor deste humilde blogue: "Por favor, acabem com isto. O canal público de Televisão de notícias não poderia ter gasto uma hora de conteúdo televisivo de uma pior forma".
Disse.
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Media
sábado, 31 de outubro de 2009
À mulher de César não basta ser...
Eu peço desculpa por criar este post, mas de facto tenho isto atravessado há já algum tempo.
Diz respeito ao blogue do Dr. Santana Lopes.
Faço uma nota prévia, dizendo que até tenho em boa consideração esta personalidade (que não conheço de lado algum, mas aparece nos média e todos nós o conhecemos nessa medida) apesar de ser não raras vezes algo massacrada pela opinião pública e ser tratado como um bandalho. Pelo menos, generalizando, é o que me parece. Corrijam-me se tiver enganado.
Mas adiante. O que eu queria aqui dizer é que não entendo como é que o Dr. Santana Lopes, ex-líder de um dos maiores partidos políticos português, ex-Primeiro-Ministro, ex-autarca, e ex-algumas coisas mais, consegue, mês após mês, post após post, escrever com tamanho desdém no seu blogue.
É raro o post que não tenha imprecisão no português, gralhas, e afins.
Com os diabos, faz-me cá uma confusão...
É que, para o bem e para o mal, mostra isso mesmo: falta de rigor, falta de revisão, falta de empenho na tarefa a que se propõe executar.
Eu sei que um blogue não é nenhuma tese de mestrado, mas também...
Mas isto não diz respeito a um blogue mas sim à atitude e à maneira de se estar na vida, penso eu de que.
Como já diz o outro... à mulher de César não basta ser honesta, é preciso parecê-lo.
Curiosamente nos seus discursos, a minha visão é o oposto do post aqui criado por mim.
Bem, disse.
Diz respeito ao blogue do Dr. Santana Lopes.
Faço uma nota prévia, dizendo que até tenho em boa consideração esta personalidade (que não conheço de lado algum, mas aparece nos média e todos nós o conhecemos nessa medida) apesar de ser não raras vezes algo massacrada pela opinião pública e ser tratado como um bandalho. Pelo menos, generalizando, é o que me parece. Corrijam-me se tiver enganado.
Mas adiante. O que eu queria aqui dizer é que não entendo como é que o Dr. Santana Lopes, ex-líder de um dos maiores partidos políticos português, ex-Primeiro-Ministro, ex-autarca, e ex-algumas coisas mais, consegue, mês após mês, post após post, escrever com tamanho desdém no seu blogue.
É raro o post que não tenha imprecisão no português, gralhas, e afins.
Com os diabos, faz-me cá uma confusão...
É que, para o bem e para o mal, mostra isso mesmo: falta de rigor, falta de revisão, falta de empenho na tarefa a que se propõe executar.
Eu sei que um blogue não é nenhuma tese de mestrado, mas também...
Mas isto não diz respeito a um blogue mas sim à atitude e à maneira de se estar na vida, penso eu de que.
Como já diz o outro... à mulher de César não basta ser honesta, é preciso parecê-lo.
Curiosamente nos seus discursos, a minha visão é o oposto do post aqui criado por mim.
Bem, disse.
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Política
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
St. Claus
Há 10 anos atrás, em 1999, escrevia assim uma carta ao Pai Natal:
"Bons dias, Pai Natal
Antes de mais nada, parabéns pela sua fama e trabalho. Bem; vamos ao que interessa: as prendas.
Prendas que eu quero, dear Pai Natal - uma (barbie); GTA (game boy); cassettes do Tintim; livros; leitor de DVD; piscina na casa da avó Lealdade; Nissan Patrol GR; transformador para o game boy; + do que um pin; 5.000$00; ir a marte; Ferrari F40; roupas de marca; CDs de ouvir música.
Acho que é tudo. Adeus querido, belo e rechonchudo Pai Natal.
P.S: Dê-me isto tudo, 'tábem St. Claus?!
"See you láter"
André F."
E eu hoje digo: coa breca!
"Bons dias, Pai Natal
Antes de mais nada, parabéns pela sua fama e trabalho. Bem; vamos ao que interessa: as prendas.
Prendas que eu quero, dear Pai Natal - uma (
Acho que é tudo. Adeus querido, belo e rechonchudo Pai Natal.
P.S: Dê-me isto tudo, 'tábem St. Claus?!
"See you láter"
André F."
E eu hoje digo: coa breca!
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Pessoal
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Merdaíl
Fazer favor de não perder esta entrevista arrancada ao Sérgio Conceição pelo jornal i.
O homem que não teve papas na língua, não teve. Verdade seja dita.
Três pontos muito rápidos: diz que Scolari tinha preferências pelos jogadores da Nike em vez dos da Adidas, que Scolari disse aos capitães da selecção que estava ali era para dar o salto para um grande europeu e faz ainda um trocadilho com o apelido do Gilberto Madaíl, entre outros...
Uma pérola, a não perder.
O homem que não teve papas na língua, não teve. Verdade seja dita.
Três pontos muito rápidos: diz que Scolari tinha preferências pelos jogadores da Nike em vez dos da Adidas, que Scolari disse aos capitães da selecção que estava ali era para dar o salto para um grande europeu e faz ainda um trocadilho com o apelido do Gilberto Madaíl, entre outros...
Uma pérola, a não perder.
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Futebol
terça-feira, 2 de junho de 2009
Europeias
Vital Moreira tem toque de bola mas ainda não se adaptou à equipa nem ao campeonato.
Paulo Rangel é esforçado. Cumpre, mas não aguenta os 90 minutos em campo...
Ilda Figueiredo é uma espécie de Marco Materazzi. Joga à defesa, e quando sai ao ataque é só cacetada. Não tem técnica.
Miguel Portas é experiente, tem muitos jogos nas pernas e conhece bem o campeonato. Não tem é nível técnico-táctico para ser titular do BE. Mas quando o Mister insiste e persiste nas suas escolhas, os adeptos nada podem fazer.
Nuno Melo é um verdadeiro tecnicista. Jovem e com margem de progressão. É o verdadeiro Ricardo Quaresma desta Liga. Infelizmente, nem sempre se adapta à equipa ou perde-se demasiado em fintinhas desnecessárias. Quando assim acontece, o mais provável é ir parar a clubes de menor nomeada estilo Génova.
Paulo Rangel é esforçado. Cumpre, mas não aguenta os 90 minutos em campo...
Ilda Figueiredo é uma espécie de Marco Materazzi. Joga à defesa, e quando sai ao ataque é só cacetada. Não tem técnica.
Miguel Portas é experiente, tem muitos jogos nas pernas e conhece bem o campeonato. Não tem é nível técnico-táctico para ser titular do BE. Mas quando o Mister insiste e persiste nas suas escolhas, os adeptos nada podem fazer.
Nuno Melo é um verdadeiro tecnicista. Jovem e com margem de progressão. É o verdadeiro Ricardo Quaresma desta Liga. Infelizmente, nem sempre se adapta à equipa ou perde-se demasiado em fintinhas desnecessárias. Quando assim acontece, o mais provável é ir parar a clubes de menor nomeada estilo Génova.
sábado, 21 de março de 2009
Karate-Do
Hoje vi uns escassos minutos de uma demonstração de Karate na minha faculdade.
Achei engraçado o uso da faca na demonstração e umas espécies de shiho nage's e kotegaeshi's a serem aplicados. Assim como as chaves tradicionais ao género do hijikimeosae.
Desconhecia o uso de faca no Karate. Nem tão-pouco consegui descobrir que estilo de Karate era aquele.
Só nem sempre concordei com os timings/posicionamento aquando da aplicação das técnicas. Mas deve ser mania de "aikidoca", certamente.
A explorar...
Achei engraçado o uso da faca na demonstração e umas espécies de shiho nage's e kotegaeshi's a serem aplicados. Assim como as chaves tradicionais ao género do hijikimeosae.
Desconhecia o uso de faca no Karate. Nem tão-pouco consegui descobrir que estilo de Karate era aquele.
Só nem sempre concordei com os timings/posicionamento aquando da aplicação das técnicas. Mas deve ser mania de "aikidoca", certamente.
A explorar...
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